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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS ESTÃO A POTENCIAR UMA “NOVA ERA” NO ÁRTICO

Mäyjo, 08.07.15

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Uma mudança na camada de gelo permanente em que a camada mais fina desaparece no verão tem grandes implicações no ambiente. É por isso que os investigadores do Instituto Polar Norueguês defendem que o Oceano Árctico está a entrar numa “nova era” com as alterações climáticas.

A 25 de Fevereiro deste ano, a superfície gelada do Oceano Árctico registou um mínimo histórico. Desde 2002 que o tamanho do manto gelado de inverno do Árctico tem vindo a diminuir. Em 2013 aumentou ligeiramente, mas em 2014 voltou a diminuir. Os cientistas não sabem ao certo o que causa estas variações dramáticas, mas sabem que a tendência é para que o manto de inverno continue a diminuir de ano para ano.

Perante as alterações extremas que começam a acontecer nos pólos, esta equipa de cientistas noruegueses quer perceber quais as reais implicações para o ambiente, já que se pode tratar de uma reacção em cadeia.

A bordo do navio científico “Lance”, a equipa do Instituto Polar Norueguês começou já a monitorizar estas alterações. No último inverno, a expedição conseguiu chegar a cerca de 800 quilómetros do Pólo Norte nos meses mais frios. Segundo explica o director da instituição norueguesa, Jan-Gunnar Winther, à BBC, é através das medições do gelo durante o inverno que se podem retirar conclusões e definir cenários futuros.

“Não temos quase nenhuns dados sobre o Oceano Árctico no inverno – com algumas excepções -, por isso esta informação é muito importante para percebermos o processo de congelamento do gelo no início do inverno e também aqui estaremos quando começar a derreter no verão”, afirma Jan-Gunnar Winther.

Recolher dados sobre as condições do gelo vai permitir melhorar os modelos climáticos o que, por sua vez, ajudará a minimizar a margem de erro das projecções sobre as alterações climáticas.

AS 10 CIDADES MAIS POLUÍDAS DO MUNDO

Mäyjo, 08.07.15

As 10 cidades mais poluídas do mundo (com LISTA)

A cidade de Nova Deli, na Índia, é a mais poluída do mundo, de acordo com um relatório publicado ontem pelaOrganização Mundial de Saúde (OMS) que avaliou 1600 cidades de 91 países. A última análise, feita em 2011, tinha monitorizado 1100 cidades.

Segundo o relatório, apenas 12% das pessoas que residem em ambientes urbanos vivem em áreas onde os níveis de poluição não são uma ameaça. E quase metade delas estão expostas a poluição 2,5 vezes mais alta que o recomendado pela OMS.

Por outro lado, não é de estranhar que, na maioria das cidades cuja qualidade do ar é monitorizada há 100 anos, a situação está agora muito pior. A dependência dos combustíveis fósseis, o transporte individual, uso ineficiente de energia em edifícios e utilização da biomassa para cozinhar e como aquecimento são os principais factores.

Assim, Nova Deli, na Índia, tem o mais alto nível de concentração de partículas finas –conhecidas como PM2.5 – do mundo, com menos de 2.5 micrómetros de diâmetro.

Em Abril de 2014, a organização já havia divulgado informações estimando que a poluição foi responsável pela morte de cerca de 3,7 milhões de pessoas com menos de 60 anos, em 2012.

Veja a lista das 10 cidades mais poluídas do mundo – com claro predomínio da Índia.

1.Deli (Índia)

2.Patna (Índia)

3.Gwalior (Índia)

4.Raipur (Índia)

5.Karachi (Paquistão)

6.Peshwar (Paquistão)

7.Rawalpindi (Paquistão)

8.Khoramabad (Irão)

9. Ahmedabad (Índia)

10.Lucknow (Índia)

Foto:  souravdas / Creative Commons

Uma igreja feita com árvores vivas

Mäyjo, 08.07.15

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A PROFISSÃO MAIS PERIGOSA E MAL PAGA DO MUNDO

Mäyjo, 08.07.15

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O terror de Chittagong, Bangladesh

Visto de cima: plantas das cidades

Mäyjo, 08.07.15

The Forbidden City

Beijing, China.jpg

A Cidade Proibida

Pequim, China

39°54′53″N 116°23′26″E

 

A Cidade Proibida, em Pequim, na China foi construída entre1406 e 1420, por mais de um milhão de trabalhadores. O complexo do palácio, que contém 9.999 quartos, é cercado por muralhas e um fosso com 26 pés de altura e 171 pés de largura, respetivamente.

Ciwem Atkins Environmental Photographer 2015

Mäyjo, 08.07.15

Tempestades de areia que assolam o Kuwait, uma mulher que faz as suas compras num supermercado abandonado de Fukushima e cabeleireiras que penteiam cabelos em Lagos, na Nigéria. Estas são algumas das melhores imagens do Ciwem Atkins Environmental Photographer de 2015.

Muitas da fotos são ilusoriamente belas – basta um olhar mais atento para que se perceba o impacto dos seres humanos na paisagem.

As 111 melhores fotos do concurso deste ano vão estar em exposição na Royal Geographical Society, em Londres, até ao próximo dia 10 de Julho.  Os vencedores da edição do concurso deste ano vão ser anunciados numa cerimónia privada a 25 de Julho.

O Guardian partilhou algumas das melhores fotos submetidas a concurso. Veja-as aqui.

foto_1

 

Visto de cima

Mäyjo, 08.07.15

Gasometers

Vienna, Austria.jpg

gasómetros

Viena, Áustria

48.185°N 16.420°E

Os Gasómetros em Viena, Áustria serviam originalmente como tanques de gás maciços de 1896 a 1984.

A cidade pasou a ser servida por gás natural a partir de 1969 e os tanques não foram mais utilizados e foram fechados.

No entanto, as paredes exteriores de tijolo foram preservadas e as estruturas foram redirecionados para uso residencial (cerca de 800 apartamentos) e comerciail (instalações incluem sala de música, cinema e shopping center) na mudança do século.

JAPÃO: EXCESSO DE ÁRVORES ESTÁ A PREJUDICAR O AMBIENTE

Mäyjo, 08.07.15

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Podem as árvores causar poluição? A resposta curta é sim. Pode parecer contraditório que as árvores possam ser uma fonte de poluição quando absorvem o dióxido de carbono mas, quando as florestas não são bem geridas, o excesso de árvores pode causar poluição por nutrientes.

É isto que se está a passar no Japão, onde as florestas de cedros e ciprestes, que não são cuidadas ou são mal geridas, estão a lançar grandes quantidades de nitrogénio para os cursos de água locais, provocando um florescimento nefasto de algas.

Mas a culpa não é das árvores, mas sim da sua má gestão. Muitas árvores são plantadas de forma massiva e para fins comerciais. Esta prática de plantação massiva iniciou-se há meio século, numa altura em que a procura de madeira no Japão era elevada. Porém, por várias razões, as empresas nipónicas começaram pouco tempo depois a importar a madeira que necessitavam.

A mudança de paradigma no mercado deixou um rasto excessivo de plantações de árvores, que agora estão a causar problemas às restantes formas de vida selvagem. As árvores mais velhas necessitam de menos nutrientes que as mais novas, que crescem mais rápido. Porém, quase não nascem novas árvores nestes locais, porque as velhas que foram plantadas de forma densa ocuparam todo o espaço disponível e impedem que a luz solar chegue às árvores mais novas, escreve o Discovery News.

Como consequência, existe nestes locais uma elevada concentração de nitrogénio, que é expelida pelas árvores mais velhas que não necessitam dele, mas não existem árvores mais novas para o absorver. Assim, este nitrogénio tende a infiltrar-se nos cursos de água das proximidades, propiciando o florescimento de algas marinhas. Na presença de nutrientes, as algas começam a crescer de forma desenfreada, tornando-se problemáticas para as outras formas de vida marinhas, já que absorvem o oxigénio da água, num processo conhecido como eutrofização.

Foto: Artem Golfinger / Creative Commons